Quando o papai parou de rezar
O papai às vezes ficava muito bravo.
Gritava, falava algumas palavras feias, indevidas, ofendia... assustava a todos.
Até mesmo o próprio papai não entendia ao certo o que estava acontecendo dentro dele, quais eram os motivos da angústia de sua alma. Mas sabia que o seu descontrole era sinal de algumas falhas e algumas faltas. Estava faltando praticar algo para se acalmar.
Um dia, o papai reagiu assim, desequilibrado, diante de sua esposa e sua filhinha, uma menininha de apenas cinco aninhos.
A menininha ficou assustada. A mamãe da menininha também! Choraram. Ficaram muito tristes. Tiveram medo.
O tempo passou...
Num momento oportuno, ao perceber seu papai mais calmo e feliz, a menininha disse assim a ele:
- Papai, aquele dia o senhor ficou bravo comigo e nem me pediu desculpas.
O papai levou um choque. Uma pontada no peito. Sentiu vergonha. Se arrependeu. E, pausadamente, respondeu à sua filhinha:
- Nossa... Filha, é verdade. Desculpa o papai. Você me perdoa?
A menininha então sorriu e acenou com a cabeça que sim. Abraçou o seu papai e deu nele um inesquecível beijo no rosto.
O papai sentiu vontade de chorar diante da bondade imensa daquela criança, daquele coraçãozinho dócil, sensível, cheio de ternura, daquela alma serena a amorosa, semelhante à de Jesus, daquele lindo e sorridente rostinho, irradiando alegria e satisfação com aquela sincera reconciliação.
O papai então resolveu fazer uma pergunta:
- Filha, por que será que o papai às vezes fica assim tão nervoso?
E a menininha, iluminada, respondeu assim:
- É porque às vezes você se esquece de rezar.
Essa história acima não é fictícia.
Ela é real. Ela é testemunhal.
Note como compreendemos cada vez mais e melhor quando Jesus Cristo afirmou categoricamente que o Céu pertence às crianças e, se nós, adultos, não nos tornarmos semelhantes às crianças, não entraremos no Céu.
Você quer entrar no Céu?
Gritava, falava algumas palavras feias, indevidas, ofendia... assustava a todos.
Até mesmo o próprio papai não entendia ao certo o que estava acontecendo dentro dele, quais eram os motivos da angústia de sua alma. Mas sabia que o seu descontrole era sinal de algumas falhas e algumas faltas. Estava faltando praticar algo para se acalmar.
Um dia, o papai reagiu assim, desequilibrado, diante de sua esposa e sua filhinha, uma menininha de apenas cinco aninhos.
A menininha ficou assustada. A mamãe da menininha também! Choraram. Ficaram muito tristes. Tiveram medo.
O tempo passou...
Num momento oportuno, ao perceber seu papai mais calmo e feliz, a menininha disse assim a ele:
- Papai, aquele dia o senhor ficou bravo comigo e nem me pediu desculpas.
O papai levou um choque. Uma pontada no peito. Sentiu vergonha. Se arrependeu. E, pausadamente, respondeu à sua filhinha:
- Nossa... Filha, é verdade. Desculpa o papai. Você me perdoa?
A menininha então sorriu e acenou com a cabeça que sim. Abraçou o seu papai e deu nele um inesquecível beijo no rosto.
O papai sentiu vontade de chorar diante da bondade imensa daquela criança, daquele coraçãozinho dócil, sensível, cheio de ternura, daquela alma serena a amorosa, semelhante à de Jesus, daquele lindo e sorridente rostinho, irradiando alegria e satisfação com aquela sincera reconciliação.
O papai então resolveu fazer uma pergunta:
- Filha, por que será que o papai às vezes fica assim tão nervoso?
E a menininha, iluminada, respondeu assim:
- É porque às vezes você se esquece de rezar.
Essa história acima não é fictícia.
Ela é real. Ela é testemunhal.
Note como compreendemos cada vez mais e melhor quando Jesus Cristo afirmou categoricamente que o Céu pertence às crianças e, se nós, adultos, não nos tornarmos semelhantes às crianças, não entraremos no Céu.
Você quer entrar no Céu?








