Família
O núcleo familiar restrito não deveria isolar-se da família alargada, onde estão os pais, os tios, os primos e até os vizinhos.
Nesta família ampla, pode haver pessoas necessitadas de ajuda, ou pelo menos de companhia e gestos de carinho, ou de haver grandes sofrimentos que precisam de conforto.
Às vezes o individualismo destes tempos leva a fechar-se na segurança de um pequeno ninho e a sentir os outros como um incômodo.
Todavia, este isolamento não proporciona mais paz e felicidade, antes fecha o coração da família e priva-a do horizonte amplo da existência.
Francisco, Bispo de Roma, em Amoris Laetitia, n.º187, (A vida na família em sentido amplo)
O Papa Francisco é um profundo conhecedor da alma humana. Em seu Ministério Petrino (Francisco é o 266º sucessor de São Pedro), cumpre a sua missão em anunciar a alegria e a eficácia do Evangelho.
No texto acima, nos chama a atenção a orientação do Papa para que tenhamos um coração misericordioso, semelhante ao coração de Cristo, acolhendo as "pessoas necessitadas de ajuda, ou pelo menos de companhia e gestos de carinho".
Gestos de compaixão de fato aliviam "grandes sofrimentos que precisam de conforto."
A sensibilidade de Francisco nos retira do "individualismo" e do "isolamento", nos dando o privilégio de vivenciar a felicidade enquanto realização coletiva.
E assim teremos paz!
E desse modo seremos felizes...











