Conselheira tutelar de Jacuí é encontrada morta após 4 dias desaparecida; polícia investiga crime passional
O corpo estava enterrado a uma profundidade entre 1,5 m e 2 m — após indicação de um policial militar, apontado como o principal suspeito do crime
O corpo da conselheira tutelar Maryna Colucci de Jesus, de 34 anos, foi localizado na tarde desta terça-feira, 25 de agosto, em uma zona rural entre os municípios de Jacuí e Fortaleza de Minas-MG.
Ela estava desaparecida desde a última sexta-feira, 21.
As equipes da Polícia Civil chegaram ao local exato — onde o corpo estava enterrado a uma profundidade entre 1,5 m e 2 m — após indicação de um policial militar, apontado como o principal suspeito do crime.
Principais detalhes da investigação
Hipótese policial: As investigações iniciais apontam para motivação passional. O suspeito deve prestar depoimento ainda nesta terça-feira.
Perícia: O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML) de São Sebastião do Paraíso-MG para exames necroscópicos que determinarão a causa exata da morte.
Sinal do celular: A localização do corpo coincide com a região apontada pelo rastreamento do celular de Maryna. Pelo acesso à conta do Gmail, familiares identificaram três vezes o sinal da vítima próximo a um açude da área rural. Buscas anteriores no local não haviam encontrado vestígios.
O desaparecimento
Maryna atuava como conselheira tutelar em Jacuí.
Ela desapareceu na sexta-feira, 21, durante seu dia de folga, ao sair da casa dos pais usando trajes simples e de forma repentina.
Segundo relatos de testemunhas à família, a conselheira foi vista aguardando um veículo a 200 metros de sua residência.
A suspeita dos familiares é de que ela tenha saído para encontrar alguém conhecido rapidamente, já que tinha compromissos posteriores e não costumava se ausentar sem avisar.
O alerta sobre o sumiço aumentou no sábado pela manhã, 22, quando ela não compareceu ao trabalho.










