Coletiva Eco vai lançar três curtas-metragens ambientados em Guaxupé
A Coletiva Eco completa quatro anos de formação com novas produções.
Fundada em Guaxupé, com o propósito de desenvolver ações artísticas coletivas a partir das múltiplas linguagens de expressão, neste ano o grupo atuou na criação audiovisual para produzir três curtas-metragens.
Ao todo, treze profissionais participaram da criação e filmagens, além de 11 figurantes.
Previsões de lançamento em dezembro e janeiro de 2025.
Fundada em Guaxupé, com o propósito de desenvolver ações artísticas coletivas a partir das múltiplas linguagens de expressão, neste ano o grupo atuou na criação audiovisual para produzir três curtas-metragens.
Ao todo, treze profissionais participaram da criação e filmagens, além de 11 figurantes.
Previsões de lançamento em dezembro e janeiro de 2025.
Gabriel Ricciardi é diretor geral do projeto Leve-me na memória, fomentado pela Lei Paulo Gustavo, da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (SECULT/MG), por meio de um edital de apoio às produções audiovisuais mineiras.
“Sem dúvida, essa contemplação possibilitou uma produção com mais recursos técnicos e profissionais”, pontua o proponente, que também atua em um dos filmes.
“Sem dúvida, essa contemplação possibilitou uma produção com mais recursos técnicos e profissionais”, pontua o proponente, que também atua em um dos filmes.
Laise Diogo ficou responsável pela condução dos encontros virtuais, nos estudos em torno das referências artísticas e literárias, para que a equipe pudesse trabalhar a ficção nos filmes.
“Durante o ano, fizemos reuniões permanentes para revisitarmos as nossas referências literárias e audiovisuais. A partir disso, cada curta foi ganhando a sua forma e a sua linguagem”.
“Durante o ano, fizemos reuniões permanentes para revisitarmos as nossas referências literárias e audiovisuais. A partir disso, cada curta foi ganhando a sua forma e a sua linguagem”.
“Os curtas intitulados Amiga, te levo na memória, Maria Guerra e Amiga secreta nascem da pergunta que norteou o nosso processo: Quem tem direito à memória?”, explica Mariana Magno.
Esse projeto segue com a identidade da Coletiva, com o interesse nas questões de gênero e nos dizeres sobre ser mulher.
Esse projeto segue com a identidade da Coletiva, com o interesse nas questões de gênero e nos dizeres sobre ser mulher.
Com artistas das artes da cena, do audiovisual, da música e das plásticas, Mariane Herédia considera o projeto mais coletivo do grupo até agora, visto que é uma construção conjunta.
Além da contribuição artística, gera a sensação de pertencimento.
João Paulo Assunção complementa que o conceito de "escrevivências", da escritora Conceição Evaristo, também se fez presente na construção das ideias dos curtas, a partir dos registros de memórias vividas e inventadas.
Além da contribuição artística, gera a sensação de pertencimento.
João Paulo Assunção complementa que o conceito de "escrevivências", da escritora Conceição Evaristo, também se fez presente na construção das ideias dos curtas, a partir dos registros de memórias vividas e inventadas.
O projeto encontra-se na fase de edição dos materiais.
A estreia independente das obras acontecerá em breve, com divulgação nas redes sociais da Coletiva e nas mídias.
Os três vídeos contam com acessibilidade em Libras.
A estreia independente das obras acontecerá em breve, com divulgação nas redes sociais da Coletiva e nas mídias.
Os três vídeos contam com acessibilidade em Libras.
Acompanhe as novidades da Coletiva Eco no https://www.instagram.com/coletiva.eco/ e https://www.youtube.com/@coletiva.9550.








