Rodrigo Pacheco é oficializado como novo ministro do Tribunal de Contas da União
A chegada de Pacheco ao tribunal ocorreu após uma aprovação com folgada maioria no Congresso Nacional
O ex-presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSB-MG), foi oficialmente nomeado para o cargo de ministro do Tribunal de Contas da União (TCU).
O decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi publicado no Diário Oficial da União, consolidando a transição do parlamentar do Poder Legislativo para a Corte responsável pela fiscalização e controle externo das contas públicas do país.
Aprovação expressiva e articulação política
A chegada de Pacheco ao tribunal ocorreu após uma aprovação com folgada maioria no Congresso Nacional.
No Senado: O nome do parlamentar foi chancelado por 63 votos a favor e apenas 4 contrários.
Na Câmara dos Deputados: A indicação recebeu a aprovação de 404 deputados, com 61 votos contrários e 1 abstenção.
A articulação em torno do nome de Pacheco foi impulsionada pelo atual presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que liderou o consenso entre as bancadas parlamentares.
Como duas terças partes das vagas do TCU são de indicação do Poder Legislativo, a escolha reforça o alinhamento entre as lideranças das duas Casas e a Corte de Contas.
Pacheco assume a vaga decorrente da saída do ministro Bruno Dantas.
Com a sua renúncia ao mandato parlamentar no Senado para assumir o cargo vitalício no TCU, a vaga representativa do estado de Minas Gerais na Alta Casa passa a ser ocupada pelo suplente Renzo Braz (PP-MG).
Perfil e trajetória
Advogado de formação pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG) e ex-conselheiro da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Rodrigo Pacheco ingressou na vida pública como deputado federal (2015–2018).
Eleito senador por Minas Gerais em 2018, alcançou projeção nacional ao presidir o Senado Federal e o Congresso Nacional por dois mandatos consecutivos (2021–2024).
A posse solene de Rodrigo Pacheco no TCU marca o encerramento de sua trajetória no parlamento e consolida sua atuação na fiscalização da aplicação dos recursos públicos federais.










