Guaxupé, quarta-feira, 29 de maio de 2024
Rodrigo Fernando Ribeiro
Rodrigo Fernando Ribeiro Psicologia e Você Rodrigo Fernando Ribeiro é psicólogo (CRP-04/26033).

Fazer sorrir sem ser vulgar

segunda-feira, 13 de maio de 2024
Fazer sorrir sem ser vulgar Foto: Screenshot

Quando fazemos uma criança sorrir,  deixamos Deus feliz.
 
Alegrar jamais pode significar vulgarizar.
 
Notáveis humoristas, verdadeiros comediantes, do mundo inteiro, nunca precisaram apelar para a sexualidade vulgar, na intenção de nos fazer sorrir.
 
Mas no Brasil, infelizmente, o humor se tornou sinônimo de vulgar libertinagem. 
O Brasil é marcado pela vulgaridade de apelação sexual no cinema, na televisão, no carnaval e também no circo. 
 
Os artistas não sossegam até acrescentarem vulgaridade em seus espetáculos.
 
Palavrões, insinuações pornográficas, explícitos gestos de cópula.  
 
Pra que isso?
Realmente precisam disso?
Será que ninguém consegue rir se não for por isso?
 
É tanta vulgaridade apelativa, que não se pode apresentar a uma criança, porque toda criança é sempre inocente, indefesa, vulnerável. 
 
No Brasil, dos antigos aos atuais programas de humor, infelizmente não se sabe fazer graça sem apelação sexual.
 
Mas há exceção. Procure você assistir José Vasconcellos, por exemplo. Brasileiro. 
 
E lá no "estrangeiro", a gente já sabe: Charles Chaplin, O Gordo e o Magro, Buster Keaton, Chaves e por aí vai.
 
Podemos respeitar mais a Família e as crianças.

Comente, compartilhe!